sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dias melhores.

Aquele dia, significava para ela um "não sei", um "talvez"...
Perdida no mundo de uma situação por alguns instantes,
qualquer palavra de conforto a deixaria mais segura.
Muitas brigas, por todos os lados.. não via a hora de tudo aquilo terminar, e quem sabe um dia ter uma família unida, de verdade.
Pensava em diversas coisas, que na maioria das vezes a levava para o mesmo lugar, a raiva.
Como ela poderia se livrar desse sentimento tão terrível?
Como poder perdoar, algo que parecia imperdoável?
Pessoas que só pensam em si mesmas.
Aliás... como é complicado entender a mente de um ser humano.

Estava à espera por dias melhores.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Talvez fosse tpm, provavelmente não.
Sentimento de angústia, a preocupava, deixava-a triste.
é uma tristeza que vinha por dentro de seus sentimentos, e saía para fora em formato de lágrimas.
O que se pode fazer, quando as coisas já não são mais como deveriam ser?
Porque alguém quando ama sente vontade de escrever palavras bonitas, e sinceras... e outros só a leem, achando legal?
Talvez a valorização viesse após um tempo de inverno, e grandes tempestades.
É incrível como a maioria das pessoas, só percebem as pessoas que estão ao seu lado, quando as perdem.
Sinto muita falta dos meus avós... Mas sei que eles estão em um lugar, com certeza melhor do que estariam aqui...
Ela perguntava.. porque é que tem que ser assim?
Talvez há valorização demais, e valorização de menos.

Seria melhor a temperança, nesse momento?
Ou talvez um iceberg vindo em sua direção?
Não sabe, só a vida.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ainda bem que tpm não mata.
Finalmente o que esperávamos se concretizou.
A palavra passado para aquela garota, simbolizava nesse momento mais o significado de presente. Era uma mescla, de pensamentos, e sentimento. Sim, aqueles mesmos que nunca haviam mudado, apenas permaneciam dormindo, como um urso hibernando.
Hoje ela olha pra trás e vê que tudo que havia passado realmente tinha valido a pena.
Duas almas (gêmeas?) se reencontraram, e puderam voltar a traçar seus futuros juntas. Ambos puderam, nesse tempo afastados, ter experiências para poder amadurecer um para com o outro. Mesmo durante esses três anos que se passaram, conversando quando podia, nunca se esqueceram.
Sempre havia uma pergunta: Será que um dia...?
Realmente esse dia ocorreu. A felicidade reina.
Agora é esperar o próximo passo. A união eterna.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ela não sabia o que escrever, talvez o que mais a consomia naquele momento, seria um sentimento que estava por tanto tempo dormindo, e que derrepente, acordou com tanta fome e sede de amor.
Se sentia como uma adolescente imatura fazendo loucuras de amor. Mas que seria o amor sem a loucura? Muito do que não se é falado, é visto no olhar.
Uma overdose de vontade tomava todo o seu corpo, e ia em direção a sua mente... as vezes chegava aos pulmões, e tomava todo oxigênio que lá havia. Ou outras vezes percorria o coração e fazia-o bater muito mais forte.
E um desejo: queria muitos outros dias como aquele.

domingo, 20 de junho de 2010

MEU DEUS DO CÉU. Sim, é isso o que ela mais pensou no dia de hoje. De hoje, de ontem, de antes de ontem, de antes de antes de ontem, de antes de antes de antes de ontem, e assim por diante. Tudo acontece de um jeito que não dá para se explicar. Parece que Ele manda sinais dos céus como por exemplo, na foto ao lado, ou até mesmo lendo uma simples placa no metrô que se via todo dia. Tudo parece uma brincadeira, e se um dia descobríssemos que somos controlados por algum alielígena, traria mais solução para as nossas dúvidas de pensar em porque tudo isso acontece. Isso, só pode ser alguém brincando conosco, talvez esse alguém seja a vida. Mas alguma coisa, lá no fundo do coração sempre disse, que era ele. Será possível amar uma mesma pessoa por anos e anos, mesmo muita coisa tendo acontecido durante esse tempo? Se isso não é amor, o que mais pode ser? Estou aprendendo também. Frente a frente, olho a olho, com o homem de sua vida. Como ela queria sumir dali, ir para um lugar distante em que não existisse mais ninguém se não fosse ele, e ela. Como ela queria gritar para o mundo que o amava, mas não podia. Como ela queria abraçá-lo e não soltá-lo mais, nunca mais. Mas sabe que esse dia ainda chegaria. Precisou poupar momentos preciosos, porque o mais precioso ainda estava por vir. Afinal, eram só 365 dias. Mas já da para tirar uns 20 dias desses 365, pelo tempo que já passou. Será que ele ainda a esperaria? Será que ele ainda a amaria? Ou será que por ironia do destino, o vento o soprará para os braços de outra? Eram tantas dúvidas... Mas uma coisa ela tinha certeza: Já não via mais a hora de aprender tocar violão.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cada dia levantando mais cedo.
Semana de prova, stress + sono + falta de tempo. O resultado disso acredito eu, que boa coisa não sai.
Essa semana com certeza não foi uma das melhores já vividas. O não entendimento de vida familiar, a esperança em alguém que se é perdida, alguns dias se tornando simplesmente vazios.
Poderia tudo ser tão mais fácil!
As pessoas poderiam se compreender mais facilmente, poderiam ajudar umas as outras, mas preferem ser egoístas, e pensar apenas em si mesmo, apenas em ganhar, e não doar. Senti muito em ouvir o que ouvi. Senti muito em falar o que falei. Ainda tenho esperança de que um dia, tudo se cure. Tudo se transforme, que perceba que a vida não é só um, mas vários, que existem pessoas a sua volta que te ame, e que te traz felicidade. Acredita na mudança, mas não somente pelo ato de mudar, mas pela vontade de amadurecer, de se corrigir, evoluir, ter em mente que nada está perdido. Nada de rancor. Nada de mágoas. Vamos ao amanhecer do dia, acordar e pensar, hoje tudo será diferente!

Eu te amo, pai.