domingo, 20 de junho de 2010

MEU DEUS DO CÉU. Sim, é isso o que ela mais pensou no dia de hoje. De hoje, de ontem, de antes de ontem, de antes de antes de ontem, de antes de antes de antes de ontem, e assim por diante. Tudo acontece de um jeito que não dá para se explicar. Parece que Ele manda sinais dos céus como por exemplo, na foto ao lado, ou até mesmo lendo uma simples placa no metrô que se via todo dia. Tudo parece uma brincadeira, e se um dia descobríssemos que somos controlados por algum alielígena, traria mais solução para as nossas dúvidas de pensar em porque tudo isso acontece. Isso, só pode ser alguém brincando conosco, talvez esse alguém seja a vida. Mas alguma coisa, lá no fundo do coração sempre disse, que era ele. Será possível amar uma mesma pessoa por anos e anos, mesmo muita coisa tendo acontecido durante esse tempo? Se isso não é amor, o que mais pode ser? Estou aprendendo também. Frente a frente, olho a olho, com o homem de sua vida. Como ela queria sumir dali, ir para um lugar distante em que não existisse mais ninguém se não fosse ele, e ela. Como ela queria gritar para o mundo que o amava, mas não podia. Como ela queria abraçá-lo e não soltá-lo mais, nunca mais. Mas sabe que esse dia ainda chegaria. Precisou poupar momentos preciosos, porque o mais precioso ainda estava por vir. Afinal, eram só 365 dias. Mas já da para tirar uns 20 dias desses 365, pelo tempo que já passou. Será que ele ainda a esperaria? Será que ele ainda a amaria? Ou será que por ironia do destino, o vento o soprará para os braços de outra? Eram tantas dúvidas... Mas uma coisa ela tinha certeza: Já não via mais a hora de aprender tocar violão.

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